terça-feira, 15 de novembro de 2011

brinquedos e brincadeiras 2 a 4 anos

Brinquedos para crianças de 2 a 3 anos
Brinquedo ideal para crianças de 2 a 3 anos
Com dois aninhos os pequenos querem diversão. É difícil mantê-los sentados por muito tempo. Eles já conseguem subir e descer escadas usando o corrimão, pular com os dois pés e chutar sem perder o equilíbrio. É a vez das bolas.
Sua maneira de se comunicar é através de gestos, atitudes, mímica, sobretudo com outras crianças. Para ajudar a criança a se comunicar melhor e ampliar seu vocabulário, cantar e dançar é a melhor solução. Eles também se divertem com brincadeiras animadas como pular na cama e fazer imitações e caretas.
É bom continuar incentivando a criança a desenvolver sua habilidade motora. Para isso, use muitos blocos e ajude-o a empilhá-los, encher os carrinhos com os blocos, equilibrar um em cima do outro.
Nesse período a criança já deve começar a participar da arrumação das suas coisas. Depois da bagunça, peça a ajuda da criança para organizar e recolher o brinquedo. Isso deve ser feito como uma continuação da brincadeira, e não como uma obrigação, uma coisa chata.
Brinquedos para crianças de 3 a 4 anos
Brinquedo ideal para crianças de 3 a 4 anos
Um bebê irrequieto precisa de brinquedos que ativem seu movimento corporal. Com três aninhos a criança se diverte mesmo em cima de um triciclo ou com um grande carrinho de puxar. E isso é ótimo para desenvolver o senso de direção, de espaço, controle, força, enfim, várias habilidades.
Brinquedos ao ar livre também são uma boa idéia, como bolas, brinquedos infláveis, espelhos d'água ou caixas de areia com pás e cubos. Eles também vão adorar fazer barulho com instrumentos musicais como pandeiros, pianinhos, trombetas e tambores.
Recomendo nessa etapa estimular algumas habilidades psicomotoras, incluindo a coordenação entre o olho e a mão e o desenvolvimento da habilidade dos dedos e das mãos, através de brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de tamanhos e formas diferentes, assim como jogos e quebra-cabeças simples.
E como seu desenvolvimento intelectual está a todo vapor, já é possível desenhar círculos, bonecos, enumerar os elementos de uma ilustração, colorir. Livros cheios de ilustrações e histórias divertidas vão ajudar a criança a descobrir o nome das coisas e saciar suas curiosidades. Com cerca de três anos, eles entendem mais de mil palavras e começam a usar artigos, pronomes e advérbios nas suas pequenas frases.


sábado, 24 de setembro de 2011

estimulação precoce

A Estimulação Precoce e a Estimulação Essencial visam o atendimento de bebês de risco e/ou crianças portadoras de distúrbios genéticos ou adquiridos, a fim de prevenir, minimizar e tratar déficits neuropsicomotores e cognitivos, visando sempre à funcionalidade ocupacional nas diversas fases da infância e adolescência.

A Estimulação Precoce destina-se a crianças de 0 a 3 anos de idade e a Estimulação Essencial a crianças de 3 a 12 anos de idade, que apresentem ou possam vir a apresentar atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e cognitivo, assim como distúrbio no comportamento.
A Estimulação Precoce deverá ser iniciada a partir do momento que a criança for diagnosticada como bebê de risco ou portador de atraso no desenvolvimento, O tratamento por estimulação precoce é possível porque se pressupõe a existência da plasticidade neural (a possibilidade de áreas neuronais vizinhas assumirem a função relativa a área lesada, mediante um processo de estimulação), onde serão estimulados as percepções sensoriais, os movimentos normais, o rolar, o sentar, o engatinhar, a deambulação a comunicação, a socialização e a cognição.

A estimulação precoce consiste em uma série de exercícios para desenvolver as capacidades da criança de acordo com a fase do desenvolvimento em que ela se encontra. É importante que as atividades da estimulação sejam agradáveis tanto para os pais quanto para as crianças, pois desta forma estão dando carinho e atenção e criando um ambiente propício à estimulação.
Não se trata de obrigá-la e menos ainda de “superestimular”, o objetivo é favorecer o desabrochar, adaptando ao ritmo e personalidade da criança, deixando-a a vontade com seu próprio corpo. Essa forma de manusear é fundamental. Porém obriga-nos a uma grande mudança em nossos atos e comportamentos da vida cotidiana: o modo de carregar, de trocar, de dar-lhe banho, comida, de brincar com ela... É necessário aproveitar todas essas situações. Onde serão estimulados as percepções sensoriais, os movimentos normais, o rolar, o sentar, o engatinhar, a marcha, a comunicação, a socialização e a capacidade de raciocínio.
Ao completar 3 anos de idade, passa a receber a Estimulação Essencial, onde haverá continuação e reforço da Estimulação Precoce, enfatizando também a independência nas atividades da vida diária (AVD’s) e a construção cognitiva voltada para a funcionalidade humana.
O trabalho do Terapeuta Ocupacional coloca-se como imprescindível na Estimulação Precoce e Essencial, tendo como objetivo geral promover o desenvolvimento global da criança aproximando-o ao máximo do normal, favorecendo a manutenção e aprimoramento das funções existentes, prevenindo vícios posturais patológicos e primando pela independência, recuperação ou adaptação em diferentes níveis.

Através da Estimulação Precoce e Essencial o Terapeuta Ocupacional busca evitar e minimizar prejuízos futuros, buscando garantir a funcionalidade humana.

É preciso compreender e saber que suas atividades motoras contribuem para o desenvolvimento do cérebro e são indispensáveis à organização do sistema nervoso. Qualquer coisa pode ser um estímulo: brinquedos coloridos, músicas, conversas ou o próprio

sábado, 17 de setembro de 2011

grafismo infantil

Grafismo Infantil

  Para Vygotsky, o brincar e o desenhar deveriam ser estágios preparatórios ao desenvolvimento de linguagem escrita. Será que damos a devida atenção a tais atividades?
O desenho parece surgir de forma espontânea e evoluir junto ao processo de desenvolvimento global da criança. Também é uma tentativa de comunicação formal e um meio de representação e simbolização. A criança expressa em seu grafismo aquilo que ainda não consegue com outras linguagens, por exemplo, a fala ou a escrita.

PIAGET
Para Piaget a criança desenha menos o que vê e mais o que sabe. Ao desenhar ela elabora conceitualmente objetos e eventos. Daí a importância de se estudar o processo de construção do desenho junto ao enunciado verbal que nos é dado pelo indivíduo. “O desenho é precedido pela garatuja, fase inicial do grafismo. Semelhantemente ao brincar, se caracteriza inicialmente pelo exercício da ação. O desenho passa a ser conceituado como tal a partir do reconhecimento pela criança de um objeto no traçado que realizou. Nessa fase inicial, predomina no desenho a assimilação, isto é, o objeto é modificado em função da significação que lhe é atribuída, de forma semelhante ao que ocorre com o brinquedo simbólico.”

O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos Essa passagem é possível graças às interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas. Na garatuja, a criança tem como hipótese que o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície, e ela sente prazer ao constatar os efeitos visuais que essa ação produziu.

No decorrer do tempo, as garatujas, que refletiam sobretudo o prolongamento de movimentos rítmicos de ir e vir, transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação, e podem estar se referindo a objetos naturais, objetos imaginários  mesmo a outros desenhos.O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância,porém em cada estágio,o desenho assume um caráter                     próprio.  
• De 1 a 3 anos
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes. figuras humanas com cabeça e olhos.
• De 3 a 4 anos
conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo. respeita melhor os limites do papel. desenho um ser humano com pernas, braços, pescoço e tronco.
• De 4 a 5 anos
É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais varia no uso das cores, buscando um certo realismo. figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha.
Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.
• De 5 a 6 anos
Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim. figuras humanas aparecem vestidas grande atenção a detalhes como as cores. Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.

• De 7 a 8 anos
O realismo é a marca desta fase, em que surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância. Extremamente exigentes, muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.
O importante é respeitar os ritmos de cada criança e permitir que ela possa desenhar livremente, sem intervenção direta, explorando diversos materiais, suportes e situações.

domingo, 28 de agosto de 2011

habilidades de coordenação

Princípios da coordenação
Em primeiro lugar, a criança precisa de uma boa base postural - os músculos maiores de ombros e tronco que estabilizam o braço para que os dedos fiquem livres para se mover. Quando essa base é frágil,a criança pode apresentar dificuldade para segurar o lápis para colorir,desenhar e escrever ,pouca graduação de força na escrita
não tem controle postural suficiente para manter a escrita,pode ocorrer uma grande tensão no ombro(cintura escapular)cansa facialmente,dores na região pescoço e ombro.lentidão dos movimentos.Uso do lápis ou uma tesoura de uma forma inadequada pode ocorrer devido uma pobre estabilidade da cintura escapular e dos grandes músculos do tronco.Para a criança com pobre estabilidade na cintura escapular precisa de uma grande quantidade de esforço nas habiliades motoras finas.

Em segundo lugar, a criança precisa de uma boa percepção tátil(também conhecida como a percepção ao toque).Se você não está recebendo um bom feedback dos seus dedos, é difícil uma boa precisão dos movimentos dos dedos.Exemplo:lavar os pratos com uma luva de borracha ocorre uma sensação estranha e também bastante díficil perceber e controlar os movimentos das mãos e dedos .Quando uma criança tem uma base fraca de percepção ao toque, parece que ele está fazendo tudo com luvas de borracha.Não há, provavelmente,nada de errado com as mãos e dedos, mas seu cérebro está com dificuldade de processar as informações de suas mãos corretamente e o desenvolvimento motor não é o ideal.
Coordenação Bilateral é a capacidade de usar os dois lados do corpo em conjunto de forma coordenada. Algumas habilidades motoras finas,funcionam de maneira coordenada e precisa,como amarrar o cadarço do tênis, cortar com tesoura, e apertar um parafuso.
Finalmente, os músculos da mão precisam aprender a trabalhar maneira precisa.Assim a Mão tem a função Essencial é o quarta base para habilidades motoras finas. Intimamente relacionado posição do antebraço e punho,principalmente mobilidade dos dedos indicador e polegar e estabilidade dedo médio.
TRABALAHNDO A COORDENAÇÃO MOTORA FINA
1. Pegue um daqueles vidros de remédio com conta gotas que você tem no armário.
Ensine a criança a apertar a borracha usando o dedo polegar e o dedo indicador. Use um timer e o programe para 5 segundos.Veja quantas vezes a criança consegue apertar. Faça isso várias vezes ao dia com a criança e assegure que ela use ambas as mãos. Esse movimento vai ajudar à criança a ter firmeza ao segurar o lápis para escrever.

2. Esse exercício é muito bom mas funciona melhor se você tiver uma maçaneta redonda.O processo é o mesmo do número 1. Pegue um timer e marque quantas vezes a criança consegue rodar a mão para abrir a porta. Esse movimento é bom para o pulso e, com certeza, vai ajudar a criança a posicioná-lo na hora de escrever.

3. Providencie um daqueles brinquedos de plástico que se coloca na banheira para a criança brincar. Sabe aqueles fáceis de apertar? Brinque com a criança no banho que é mais divertido, mas deixe que ela aperte o brinquedo. Esse movimento ajuda na flexibilidade dos dedos.
4. Arrange um chocalho para o próximo exercício. Você pode inclusive confeccionar um com garrafinhas de plástico de refrigerante e macarrão, milho ou lentilha dentro. Ensine a criança a balançar o chocalho para frente e para trás mas sem mexer o braço, somente o pulso. Se for necessário, nas primeiras vezes, segure o anti-braço da criança para que ela não o mexa. Esse exercício dá mais agilidade para o pulso.

5. Coloque areia numa bacia e faça desenhos junto com a criança. Incentive o uso do dedo indicador na confecção do desenho. Deixe que a criança brinque depois. Explore outras texturas com a criança. Tinta, milho, arroz, creme de barbear, água com anilina colorida e algodão são outros exemplos.
6. Rasgar jornal e papel também ajuda. Você pode convidar a criança para depois fazer uma chuva de papel ou uma grande colagem.
7. Compre uma folha de EVA e recorte algumas figuras (de preferência as preferidas da criança). Por exemplo, se ela gosta de carros,corte figuras de um carro comum, um de corrida e um jipe. Se a menina gosta de brincar de bonecas, corte uma camiseta para boneca, chapéu e bolsinha. Escolha duas figuras apenas para começar. Faça um furo no meio das figuras e entregue um cadarço para a criança. Sentado atrás da criança faça com ela o movimento de costura, enfiando o cadarço nas figuras. Primeiro use sua mão por cima da criança. Aos poucos, faça menos pressão nos movimentos até que a criança coloque duas figuras independentemente. Aí sim você pode incorporar mais figuras. Esse exercício ajuda muito no movimento de pegar o lápis. Aconselha-se começar com figuras de EVA para depois passar a pequenas contas.

8. Ensine a criança a desenhar linhas. Faça primeiro uma linha horizontal _________ e diga a ela: “Copia o que eu faço”// “Faça isso!” e deixe ela copiar. Se a criança não conseguir fazer, utilize a sua mão por cima da dela para que ela consiga sucesso no início. Aos poucos diminua a pressão até que a criança consiga fazer o exercício sozinha. Depois de fazer ________, passe para linha vertical, X, + , O, , D. Mais tarde tente sol, face, pessoa, árvore,etc.
9. isole os dedos mínimo e anular, amarrando com fita crepe para permitir que somente o polegar, indicador e médio trabalhem, pois são eles os responsáveis pelas habilidades finas.

10. fure bandejas de isopor com lápis, palito e outros objetos de espessuras diferentes, quebrar o isopor também é muito bom



11. peça para a criança pegar vários objetos com a mesma mão sem deixar nenhum cair, desta forma ela estará trabalhando toda musculatura intrínseca da mão.


domingo, 7 de agosto de 2011

a importância de estimular seu filho

O QUE alguém aprende ou deixa de aprender na infância pode afetar suas habilidades no futuro?

A função das sinapses

Avanços na tecnologia do mapeamento cerebral permitem aos cientistas, como nunca, estudar o desenvolvimento do cérebro em mais detalhes. Tais estudos indicam que os primeiros anos de uma criança são essenciais para o desenvolvimento das funções cerebrais necessárias para lidar com informações, expressar emoções de forma adequada e tornar-se eficiente na linguagem.As conexões neurais são formadas muito rapidamente nos primeiros anos de vida.

O cérebro aumenta sensivelmente em tamanho, estrutura e função durante os primeiros anos de vida. Num ambiente rico em estímulos e incentivos ao aprendizado, as sinapses se multiplicam, criando uma ampla rede de conexões neurais, que dão origem ao pensamento, ao aprendizado e ao raciocínio.

O que pode acontecer é que, quanto mais estímulo o cérebro infantil recebe, mais células nervosas são ativadas e mais conexões são criadas entre elas. O interessante é que esse estímulo não é simplesmente de origem intelectual, adquirido quando se está presenciando acontecimentos, quando se obtêm informações ou quando se exercita a linguagem. Os cientistas constataram que o estímulo emocional também é necessário. Pesquisas indicam que se criam menos conexões neurais em bebês que não são abraçados, acalentados, emocionalmente estimulados ou com os quais não se fazem brincadeiras.

Bebês sem o estímulo adequado talvez não se desenvolvam tanto quanto outros
ESTIMULÇÃO P/TRABALHAR COM CRIANCAS
A proposta de estimulação divide-se por faixa etária:
Quatro meses
1) Brincar no colo da mãe de serra ,serra, serrador, a partir da posição quase sentada, frente a frente com a mãe
2) A partir da posição lateral, favorecer o rolar, fazendo a criança seguir um objeto.
3) Favorecer o “ nadar a seco”, de barriga para baixo.
4) Sentar no bebê conforto, dar brinquedos para bater.
5) Segurar o chocalho com a mão, para balançar e produzir barulho.
6) Dar mordedor e brinquedos para que a criança possa levar até a boca.
7) Facilitar brincadeiras para usar os dedos das mãos e manipular os objetos.
Conversar com o bebê frente a frente, dar um tempo para ele retribuir esta conversa com sorriso.
9) Brincar de esconde , esconde.
Cinco meses
1) Sentar em volta de almofadas, dentro de uma bóia, manter, as costas do bebê,retas
2) Segurá-lo pelas axilas e colocar o bebê em pé.
3) Dar brinquedos para que a criança possa segurar com a mão
4) Brincar com as mãos, com cubos e caixinhas
5) Rolar usando a toalha como auxílio
6) Dar mordedor
7) Dar uma colher na mão para a criança segurá-la, enquanto é alimentada
Estimular a bater palmas
9) Cantar para o bebê e conversar muito com ele.
Seis meses
1) De bruços flexionar e esticar os cotovelos.
2) Com leve apoio colocar o bebê sentado
3) Dar um brinquedo para que a criança passe de uma mão para outra
4) Oferecer um brinquedo para a criança. Se estiver segurando um ela o soltará e pegará o outro brinquedo
5) Esconder brinquedos embaixo de um pano para que a criança o procure
6) Colocar uma fralda na cabeça ou se esconder para que a criança ache a mãe
7) Colocar a criança frente ao espelho e fazer desaparecer
Sentar e brincar de serra-serra
9) Arrastando-se fazer com que a criança busque brinquedos.
Sete meses
1) Brincar de dentro e fora de uma caixa de papelão ( entrar e sair, sentar, jogar brinquedos dentro e fora, etc).
2) Fazer caretas para o bebê imitar.
3) Dar dois brinquedos para criança bater um no outro.
4) Segurar o bebê em pé, estimular o pula pula.
5) Dar biscoito, frutas para comer com a mão.
Oito meses
1) Colocar o bebê sentado, para brincar.
2) Colocar o bebê sentado de lado, de forma a facilitar passar para a posição sentado sozinho.
3) Colocar brinquedos a sua frente a fim de motivá-lo a alcançar os mesmos.
4) Brincar com caixas grandes de brinquedos.
5) Mostrar para o bebê um brinquedo grande, em seguida esconder atrás das costas, pedir para ele procurar.
6) Dar uma xícara de plástico e uma colher na mão da criança para brincar.
7) Dar argolas grandes para enfiar num cordão.
Beijar o bebê e dar o seu rosto para ele beijar
Nove meses
1) Estimular a criança a engatinhar jogando uma bola para ir buscar.
2) Dar um brinquedo com cordinha, para que puxe e levanta.
3) Esconder um brinquedo na mão para que procure.
4) Dar brinquedos com furinhos para enfiar o dedo.
5) Dar biscoito para que tente comer sozinho.
6) Dar potinhos para tentar colocar a tampa.
Dez meses
1) deixar a criança engatinhar livremente.
2) Ensinar a criança a dar “ tchau”.
3) Estimular a criança a falar frente ao espelho.
4) Pedir “ dá um brinquedo”, estender a mão e esperar a criança entregá-lo.
5) Perguntar :“Onde está a mamãe”? “ Onde está o cachorro?”
6) Dar caixas e potes para a criança encher e tirar objetos.
7) Colocar objetos em cima do sofá para a criança alcançar.
8) Jogar bola quando a criança estiver sentada.
9) Deixar a criança encher e tirar uma caixa de brinquedos, para que perceba quando está cheia ou vazia.
10) Dar carrinhos para a criança empurrar.
Onze meses
1) Colocar potes para empilhar.
2) Na hora da refeição dar uma colher para a criança segurar.
3) Deixar a criança brincar na água na hora do banho.
Doze meses
1) Facilitar o andar, segurando a criança pelas mãos.
2) Oferecer diversas caixas, de diversos tamanhos e pedir que encaixe uma dentro da outra.
3) Pegar com os dedos das mãos bolachas picadas.
4) Dar prendedores de roupas para a criança brincar de prender.
5) Deixar que brinque com revistas velhas, pedir que corte e amasse com as mãos.
6) Deixar o bebê tentar comer sozinho, mesmo que derrame a comida.
7) Contar histórias, mostrando figuras.
Orientações didáticas
A música e o movimento devem estar sempre presentes, estimular , cantando sempre, trazendo objetos coloridos e atraentes é uma boa dica.
Tenha uma caixa grande com sucatas, latas,potes etc
Uma outra dica ter uma caixa colorida para a hora da história, nesta caixa ter fantoches, bichinhos de pelúcia, bonecas etc.
Ter carinho e muito amor é o essencial!


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

pedia suit

Mais um curso para meu aperfeiçoamento: MÉTODO PEDIA SUIT

O protocolo Pedia Suit é uma abordagem holística para tratamnto de indivíduos com distúrbios neurológicos como paralisia cerebral, atraso no desenvolvimento, lesões traumáticas cerebrais, autismo, e outras condições que afetam o desenvolvimento motor de uma criança e /ou suas funções cognitivas.

É baseado em um programa de exercícios específicos e intensivos que visa a diminuição de reflexos patológicos e estabelece novos padrões de movimentos corretos e funcionais. Para isso utiliza de várias ferramentas, uma delas é a propriocepção dinâmica da órtese de retificação postural, chamada suit.

O suit consiste em um colete, toca, shorts, joelheiras, calçados e um sistema de elástico ajustáveis que desempenham importante papel na normalização do tônus muscular.

aguardem!!!!!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

terapia ocupacional

A Terapia Ocupacional, profissão da aréa de saúde, regulamentada em nível superior, trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o quotidiano (dia-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida. Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização de tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização de recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de autonomia e independência possível.