A Estimulação Precoce e a Estimulação Essencial visam o atendimento de bebês de risco e/ou crianças portadoras de distúrbios genéticos ou adquiridos, a fim de prevenir, minimizar e tratar déficits neuropsicomotores e cognitivos, visando sempre à funcionalidade ocupacional nas diversas fases da infância e adolescência.
A Estimulação Precoce destina-se a crianças de 0 a 3 anos de idade e a Estimulação Essencial a crianças de 3 a 12 anos de idade, que apresentem ou possam vir a apresentar atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e cognitivo, assim como distúrbio no comportamento.
A Estimulação Precoce deverá ser iniciada a partir do momento que a criança for diagnosticada como bebê de risco ou portador de atraso no desenvolvimento, O tratamento por estimulação precoce é possível porque se pressupõe a existência da plasticidade neural (a possibilidade de áreas neuronais vizinhas assumirem a função relativa a área lesada, mediante um processo de estimulação), onde serão estimulados as percepções sensoriais, os movimentos normais, o rolar, o sentar, o engatinhar, a deambulação a comunicação, a socialização e a cognição.
A estimulação precoce consiste em uma série de exercícios para desenvolver as capacidades da criança de acordo com a fase do desenvolvimento em que ela se encontra. É importante que as atividades da estimulação sejam agradáveis tanto para os pais quanto para as crianças, pois desta forma estão dando carinho e atenção e criando um ambiente propício à estimulação.
Não se trata de obrigá-la e menos ainda de “superestimular”, o objetivo é favorecer o desabrochar, adaptando ao ritmo e personalidade da criança, deixando-a a vontade com seu próprio corpo. Essa forma de manusear é fundamental. Porém obriga-nos a uma grande mudança em nossos atos e comportamentos da vida cotidiana: o modo de carregar, de trocar, de dar-lhe banho, comida, de brincar com ela... É necessário aproveitar todas essas situações. Onde serão estimulados as percepções sensoriais, os movimentos normais, o rolar, o sentar, o engatinhar, a marcha, a comunicação, a socialização e a capacidade de raciocínio.
Não se trata de obrigá-la e menos ainda de “superestimular”, o objetivo é favorecer o desabrochar, adaptando ao ritmo e personalidade da criança, deixando-a a vontade com seu próprio corpo. Essa forma de manusear é fundamental. Porém obriga-nos a uma grande mudança em nossos atos e comportamentos da vida cotidiana: o modo de carregar, de trocar, de dar-lhe banho, comida, de brincar com ela... É necessário aproveitar todas essas situações. Onde serão estimulados as percepções sensoriais, os movimentos normais, o rolar, o sentar, o engatinhar, a marcha, a comunicação, a socialização e a capacidade de raciocínio.
Ao completar 3 anos de idade, passa a receber a Estimulação Essencial, onde haverá continuação e reforço da Estimulação Precoce, enfatizando também a independência nas atividades da vida diária (AVD’s) e a construção cognitiva voltada para a funcionalidade humana.
O trabalho do Terapeuta Ocupacional coloca-se como imprescindível na Estimulação Precoce e Essencial, tendo como objetivo geral promover o desenvolvimento global da criança aproximando-o ao máximo do normal, favorecendo a manutenção e aprimoramento das funções existentes, prevenindo vícios posturais patológicos e primando pela independência, recuperação ou adaptação em diferentes níveis.
Através da Estimulação Precoce e Essencial o Terapeuta Ocupacional busca evitar e minimizar prejuízos futuros, buscando garantir a funcionalidade humana.
É preciso compreender e saber que suas atividades motoras contribuem para o desenvolvimento do cérebro e são indispensáveis à organização do sistema nervoso. Qualquer coisa pode ser um estímulo: brinquedos coloridos, músicas, conversas ou o próprio

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